Ruas, praças, escolas e espaços artísticos da Capital se transformarão mais uma vez em um grande palco para a encenação e a troca de experiências culturais. A Mostra Sul-Mato-Grossense de Teatro e Circo – Boca de Cena contará com apresentações teatrais, seminários, diálogos cênicos e oficinas diversas. As atividades acontecem entre 26 de março a 1º de abril, sempre com entrada franca.

Com uma programação diversa e plural, o Boca de Cena conta este ano com peças teatrais representativas da produção do Estado escolhidas por edital e a participação de convidados de São Paulo, Rio de Janeiro e de Pernambuco. Além dos espetáculos, os artistas estarão presentes em seminários, diálogos cênicos, oficinas criativas e debates sobre as peças.

Realizado desde 2008 pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, o Festival também rende homenagens: serão celebrados os trabalhos do ator e diretor Jair Damasceno, da Cia. Teatral Ator Domingos Terra, dirigida por Beth Terras e da Família Perez, cuja história é pautada pelo Circo Real Pantanal.

 

Confira a programação:

26 de março (segunda)

11h – O Concerto da Lona Preta – Trupe da Lona Preta (São Paulo/SP)

Local: Calçadão da Barão – Classificação: Livre

“O Concerto da Lona Preta” é um espetáculo inspirado na tradição circense e em músicas que fazem parte do imaginário popular. Cinco músicos, ou melhor, cinco palhaços tentam de forma divertida executar um concerto musical com um amplo e variado repertorio, que abrange arranjos musicais concernentes às manifestações populares, eruditas e popularescas. Direção: Sergio Carozzi; Elenco: Alexandre Matos, Elias Costa, Joel Carozzi, Sergio Carozzi e Wellington Bernado. Figurinos: O Grupo; Produção: Henrique AlonsoClassificação: Livre

O Concerto da Lona Preta – Créditos Henrique Alonso

15h – Tragicomédia de Dom Cristóvão e Sinhá Rosinha – Teatro Imaginário Maracangalha (Campo Grande/MS)

Local: Escola Estadual Maria Constança de Barros Machado – Classificação: Livre

Sinhá Rosinha quer casar, mas, como enfrentará o autoritário pai, o prepotente dom Cristóvão, o ex-namorado e seu apaixonado pretendente? Como escapará de um casamento forjado pelo dinheiro e viverá o seu amor desimpedido? Como diz sinhá Rosinha: “que se dane seu dinheirinho, eu quero é o amor!”. Uma farsa que exalta os valores como a independência, a arte e o amor. Adaptação do texto de Federico Garcia Lorca. Direção: Fernando Cruz; Direção musical: Jonas Feliz; Atuadores: Ariela Barreto, Fernando Cruz, Fran Corona, Moreno Mourão e Renderson Valentim; Figurino, cenografia, adereços e maquiagem: Ghva; Arte: Thiago Silva, Najom; Registro audiovisual: Cátia Santos; Fotografia: Diogo Gonçalves e Ateliê Passarinho.

16h/19h – Oficina “Ferramentas e processos de criação” – Trupe da Lona Preta (São Paulo/SP)

Local: Circo do Mato – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

A Trupe Lona Preta socializa algumas ferramentas teóricas e práticas fundamentais nos processos de criação dos trabalhos do grupo. Compartilha com os participantes a experiência de pôr em cena o palhaço, a música e o conteúdo político que a profissão requer.

20h – Abertura Oficial

Homenagem à Família Perez (Circo), Jair Damasceno (Teatro), Adote – Cia Teatral Ator Domingos Terras e a Atriz Beth Terras

Local: Teatro Dom Bosco

20h30 – Que Humilhação – Adote – Cia. Teatral Ator Domingos Terras (Campo Grande/MS)

Local: Teatro Dom Bosco – Classificação: 14 anos

“Que humilhação” é antes de tudo uma tese sobre as dimensões culturais e éticas que separam a comédia da tragédia. Composta de quatro quadros, a peça desfila situações sem limites, entre a desgraça alheia e o divertimento dos outros. Em todas elas, a mão inadvertida ou propositada do destino, tal qual nas tragédias mais puras, faz os personagens cirandarem ao sabor das coincidências, do inesperado, dos imprevistos. O espetáculo faz parte do repertório da Cia. Teatral Ator Domingos Terras, que completa 16 anos de trabalho em Campo Grande e marca os 39 anos de carreira da Atriz e Diretora Beth Terras, homenageada do Boca de Cena 2018.

27 de março (terça)

8h – Revolução – Teatral Grupo de Risco (Campo Grande/MS)

Local: Escola Estadual Maestro Frederico Liebermann – Classificação: Livre

Um operário que busca melhoria de salário e ao conseguir é despedido de seu emprego. Zequinha Tapioca, também operário, tenta organizar uma revolução e se torna um dos candidatos à presidência da república. Conchavos políticos e midiáticos são travados enquanto José da Silva e sua mulher tentam sobreviver e alimentar 11 crianças. Disputa de poder, miséria, ganância, o retrato desastroso de uma pátria combalida e conspurcada. Direção e produção coletiva: Teatral Grupo de Risco; Texto original: Augusto Boal adaptado pelo TGR; Elenco: André Tristão, Ewerton Goulart, Fernanda Kunzler e Yago Garcia; Cenário: Marcia Gomes; Cenário Virtual: Rafael Mareco; Adereços e figurinos: o grupo; Arte Visual e fotos: Helton Perez

9h30/12h30 – Continuidade da Oficina “Ferramentas e processos de criação” – Trupe da Lona Preta (São Paulo/SP)

Local: Circo do Mato – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

15h – Meu Mano Humano – Cia Última Hora (Dourados/MS)

Local: Teatro Dom Bosco – Classificação: Livre

Com trilha sonora e dramaturgia original, “Meu Mano Humano” é voltada para crianças de todas as idades e debate temas como adoção, aceitação de diferenças, amadurecimento e superação de traumas em um universo fantástico onde Palomito, um gato carinhoso, mas muito medroso, descobre que seus “pais humanos” terão um bebê; e ao lado de seus amigos, questiona sua própria natureza e decide fazer escolhas que mudarão para sempre sua vida. Direção Geral e Direção Musical: Marcos Chaves; Elenco: Ariane Guerra, Eric Serafim, Géssica Keylla, Junior Souza, Kalize Mariane, Marco Aurélio Dolci, Marina Cucco, Rodrigo Pera e Romário Hilário; Assistentes de Direção: Junior Souza (Musical), Ariane Guerra (Coreografia), Flávia Janiaski (Cena); Preparação Corporal: Romário Hilário; Produção: Flávia Janiaski; Assistente de produção: Joisce Dias e Tiemy Ikegami; Criação de Luz: Gil Esper; Figurino e Cenário: Rodrigo Pera; Trilha Sonora Original: Marcos Chaves e Junior Souza; Dramatugia e Design Gráfico: Tig Vieira; Assistência de Iluminação e Técnica: Eduardo Lemos e Rodrigo Bento; Fotografia: Raique Moura.

16h30 – O Concerto da Lona Preta – Trupe da Lona Preta (São Paulo/SP)

Local: Praça Ari Coelho – Classificação: Livre

“O Concerto da Lona Preta” é um espetáculo inspirado na tradição circense e em músicas que fazem parte do imaginário popular. Cinco músicos, ou melhor, cinco palhaços tentam de forma divertida executar um concerto musical com um amplo e variado repertorio, que abrange arranjos musicais concernentes às manifestações populares, eruditas e popularescas. Direção: Sergio Carozzi; Elenco: Alexandre Matos, Elias Costa, Joel Carozzi, Sergio Carozzi e Wellington Bernado; Figurinos: O Grupo; Produção: Henrique Alonso.

20h – Ópera do Malandro – Fulano di Tal (Campo Grande/MS)

Local: Teatro Dom Bosco – Classificação: 14 anos

A “Ópera do Malandro” é uma peça brasileira escrita por Chico Buarque de Holanda em 1978. A ideia de escrever uma adaptação para os clássicos Ópera dos Mendigos, de John Gay e A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht e Kurt Weill, surgiu durante uma conversa de Chico Buarque com o cineasta moçambicano Ruy Guerra. Tornada realidade anos depois, a peça é dedicada à lembrança de Paulo Pontes e está atualíssima, ou seja, continua fazendo parte de um Brasil conhecido pela maioria dos brasileiros. Adaptação e Direção: Marcelo Leite; Assistente de Direção e Coreografias: Manolo Schittcowisck; Arranjos Musicais: Philipe Faria; Elenco: Samir Henrique, Manolo Schittcowisck, Maria Fernanda Fichel, Yuri Tavares, Davi Silva, Vini Ferreira, Rayra Calin, Andressa Zonta Bussolaro; Iluminação (Concepção e Execução):  Douglas Caetano; Figurinos e Acessórios: Lauren Cury (Gaveta Brechó); Cenário e Maquiagem: O grupo; Design Gráfico: Vaca Azul (Helton Pérez).

28 de março (quarta)

8h – 100 virtuose – Palhaço Challito (Nova Alvorada do Sul/MS)

Local: Escola Municipal Hércules Maymone – Classificação: Livre

Challito chega de avião de uma viagem longa e cansativa, apesar de morrer de medo de voar. Além de passar muita fome após horas de vôo, ele não vê o momento de pisar em terra firme para fazer uma boquinha. Daí por diante uma simples tarefa de deixar sua mala em um local ou comer um biscoito se torna a mais fabulosa aventura e dramatúrgica ação do mundo da palhaçaria. Trabalhando exclusivamente com o tempo cômico, aproveitando o ridículo próprio e o da plateia para assim se entregar com o público ao riso sincero e emocionante. Concepção de texto, direção e atuação: Charlles Santos (Palhaço Challito); Assistente: Amanda Parra.

9h30/12h30 – Oficina “Teatro de Objetos” – Cia Truks (São Paulo/SP)

Local: Escola Municipal de Tempo Integral Iracema Maria Vicente – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

Oficina fechada para professores da ETI Iracema Maria Vicente e professores de escolas próximas

A oficina “Teatro de Objetos” da Cia Truks é um jogo teatral que permite a criação de cenas inusitadas, criativas e, no mínimo, originais. Aqui se constrói uma nova relação do ator com o objeto, que por sua vez deixa de ser adereço de cena para transformar-se em um símbolo ou uma criatura viva.

15h – Isso é Coisa de Criança – Cia Truks (São Paulo/SP)

Local: Escola Municipal de Tempo Integral Iracema Maria Vicente – Classificação: Livre

Uma peça feita apenas e tão somente a partir de cenas criadas por crianças. Contemplados pelo Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, ministramos 10 oficinas por toda a cidade e, durante esses encontros, estimulamos as crianças a construírem as suas cenas particulares, a partir da transformação de objetos de uso diário. Foi assim que ferros elétricos viraram cachorros, cavalos e até mesmo um bebezinho com febre. Bules de café viraram elefantes, ou então, tal qual uma lâmpada mágica de um gênio, passaram a fazer o “suco da imaginação”. Foi assim que um relógio despertador se casou com uma noiva alto-falante e que gaiolas voaram feito passarinhos, entre tantas histórias repletas de humor e muita poesia. Coordenação geral do projeto: Henrique Sitchin; Roteiro e Elenco: Aguinaldo Rodrigues, Driely Palacio, Gabriel Sitchin e Rogério Uchoas; Operação de Som: João Santiago; Iluminação: Camila Jordão; Trilha Sonora: Aguinaldo Rodrigues e Henrique Sitchin.

Acervo / Cia. Truks

16h30 – Histórias e canções da nossa terra – Jorge de Barros (Campo Grande/MS)

Local: Praça Ari Coelho – Classificação: Livre

Musical com teatro humano e teatro de bonecos traz um encontro entre dois violeiros e um contador de causos do Pantanal numa roda de tereré. Entre uma prosa e outra são narrados causos dos personagens folclóricos: Mula-sem-cabeça, Saci, Minhocão entre outros. A trilha sonora criada especialmente para o espetáculo conta sobre nosso folclore e as tradições sul-mato-grossenses. Direção, atuação e manipulação: Jorge de Barros; Música ao vivo: Jerry Espíndola, Guga Borba.

20h – Entrelaces – Bruno Loiácono (Campo Grande/MS)

Local: Teatral Grupo de Risco – Classificação: 12 anos

Público limitado em 90 pessoas (retirar ingressos 1 hora antes)

Tina está presa em sua cela, desejando continuar assim. A prisão possui efeitos inimagináveis; quando ela se vê profundamente imersa em suas próprias caixas, ninguém a libertará senão ela mesma. Entrelaces é um convite a uma discussão interminável: estaríamos todos nós presos às nossas próprias escolhas? Texto, direção, som e luz: Bruno Loiácono; Operação de som: Luiz Khalaf; Cenário, figurino e maquiagem: Composição coletiva; Fotos: Matheus Lomando e Thiago Viégas; Elenco: Andressa Zonta Bussolaro e Brisa Ramos.

29 de março (quinta)

8h – Seminário Estadual de Teatro

Local: Teatral Grupo de Risco

Espaço de debates e discussões a respeito de políticas públicas e organização da classe teatral

Lançamento da Trema! (Revista de teatro do grupo) – Participação de Pedro Vilela (Recife (PE)

13h/16h – Oficina “Teatro de Objetos” – Cia Truks (São Paulo/SP)

Local: Sala Rubens Corrêa – Centro Cultural José Octávio Guizzo | 20 vagas | Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

A oficina “Teatro de Objetos” da Cia Truks é um jogo teatral que permite a criação de cenas inusitadas, criativas e, no mínimo, originais. Aqui se constrói uma nova relação do ator com o objeto, que por sua vez, deixa de ser adereço de cena para transformar-se em um símbolo ou uma criatura viva.

15h – Judith e sua sombra de menino – Coletivo Douradense (Dourados/MS)

Local: Teatro Dom Bosco – Classificação: Livre

A partir a obra “Julia e sua sombra de menino” de Christian Bruel, publicada originalmente na França em 1976 e com incentivo do Prêmio Funarte Myrian Muniz/2015, o Coletivo Douradense faz uma homenagem à filósofa estadunidense Judith Butler, cujo trabalho questiona uma concepção binária e compulsório de gênero. Inspirado pela obra de Butler, o espetáculo busca refletir, de forma lúdica, acerca dos padrões de comportamento impostos à meninas e meninos. Texto Original: Christian Butler; Direção: Gil Ésper; Tradução: Alvaro Faleiros; Adaptação: Junia Pereira; Consultoria em dramaturgia: Livia Gaudêncio; Elenco: Arami Marschner, Júnia Pereira, Raique Moura, Sorrayla Parra e Éric Serafim; Trilha sonora original: João Otávio, Nicolas Farias, Thais Costa e Willian Grando; Montagem e Operação de Luz: Rodrigo Bento; Operação de Projeção Mapeada: Bruno Augusto.

20h – Isso é Coisa de Criança – Cia Truks (São Paulo/SP)

Local: Teatro de Arena da Orla Morena – Classificação: Livre

Uma peça feita apenas e tão somente a partir de cenas criadas por crianças. Contemplados pelo Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, ministramos 10 oficinas por toda a cidade e, durante esses encontros, estimulamos as crianças a construírem as suas cenas particulares, a partir da transformação de objetos de uso diário. Foi assim que ferros elétricos viraram cachorros, cavalos e até mesmo um bebezinho com febre. Bules de café viraram elefantes, ou então, tal qual uma lâmpada mágica de um gênio, passaram a fazer o “suco da imaginação”. Foi assim que um relógio despertador se casou com uma noiva alto-falante e que gaiolas voaram feito passarinhos, entre tantas histórias repletas de humor e muita poesia. Coordenação geral do projeto: Henrique Sitchin; Roteiro e Elenco: Aguinaldo Rodrigues, Driely Palacio, Gabriel Sitchin e Rogério Uchoas; Operação de Som: João Santiago; Iluminação: Camila Jordão; Trilha Sonora: Aguinaldo Rodrigues e Henrique Sitchin.

30 de março (sexta)

8h – Seminário Estadual de Teatro

Local: Circo do Mato

Espaço de debates e discussões a respeito de políticas públicas e organização da classe teatral

13h/17h – “Plataforma – Oficina de gestão e produção teatral” – Pedro Vilela (TREMA! Plataforma de Teatro – Recife/PE)

Local: Sala Rubens Correa – Centro Cultural José Octávio Guizzo – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

18h – Top Circo – Circo Real Pantanal-Família Perez (Campo Grande/MS)

Local: Avenida Rádio Maia S/N, Vila Popular (Próximo à Avenida Duque de Caxias) – Classificação: Livre

Um dos homenageados do Boca de cena 2018, a Família Perez comemora 46 anos de trajetória na história do Circo brasileiro. A família que já está na 4ª geração, resiste ao tempo para manter de pé uma tradição que passa de pai para filho. O Circo Real Pantanal promete mostrar um espetáculo belíssimo, cheio de energia e alegria. Artistas: Sueli Perez, Hugo Leanor Perez, Elenita Fernandes, Iago Pereira Perez e Higor Pereira Perez.

20h – Salomé F.P –  Núcleo Artístico Jair Damasceno (Campo Grande/MS)

Local: Teatral Grupo de Risco – Classificação: 14 anos

Público limitado em 90 pessoas (retirar ingressos 1 hora antes)

O texto Salomé, de 1914, foi encontrado há poucas décadas em pesquisa no acervo de Fernando Pessoa, na Biblioteca Nacional de Lisboa e ainda não havia sido encenado profissionalmente no Brasil. O chamado “poeta dos sonhos” conta a sua versão da história da princesa que segundo o cristianismo pediu a Herodes a cabeça de São João Batista. Livre dos preceitos religiosos, mas fascinado pelo mito Salomé, Fernando Pessoa dá à famosa personagem a tarefa (ou poder?) de criar, através dos sonhos, os enredos da sua própria vida e entre eles a história de João Batista. Dessa forma livre e criativa, a peça se distancia do caráter religioso, até porque não se sabe com precisão se Salomé de fato existiu. Por outro lado, a poética dá à sua criação o status de Teatro do Êxtase, por ele próprio denominado, o que a montagem feita por Jair Damasceno procura preservar.

Com 45 anos de carreira, o diretor do espetáculo, Jair Damasceno, homenageado da Mostra, impressiona não só pela qualidade artística da peça, mas também pela originalidade e contemporaneidade estética. Jair também chama a atenção, agora em cena, pela atuação vigorosa e pela expressão de um personagem poderoso.

Texto: Fernando Pessoa; Escritura cênica, direção e preparação de Elenco: Jair Damasceno; Elenco: João Pedro Xavier, Léo Reinaltt, Jair Damasceno, Yan Gabriel; Instalação e Performance: Guilherme Moraes; Sonoplastia – criação e execução: Felipe Guedes; Preparação vocal: Marjorie Matsue; Operação de Luz: Lana Figueiró e Yuri Tavares; Criação da Arte Visual: Marilena Grolli; Customização do Figurino: Vanda Ferreira; Figurino do ator Guilherme Moraes: Rosa Salomão; Consultoria Artística: Glaucia Pires; Registro fotográfico:  Matheus Lomando; Criação de Imagens: Nosso Espaço.

Acervo / Jair Damasceno

31 de março (Sábado)

11h – Bebê a Bordo – Grupo Flor e Espinho (Campo Grande/MS)

Local: Calçadão da Barão (Entre 14 de julho e 13 de maio) – Classificação: Livre

Bebê a Bordo conta a história de um palhaço andarilho que num dia qualquer encontra perdido meio ao lixo um carrinho de bebê. Ao perceber que no carrinho há um bebê o palhaço não sabe se segue seu caminho ou fica para cuidar da criança. O que segue a partir daí é uma divertida aventura. Neste espetáculo com roteiro e uma sensível história onde os códigos de cuidado como, dar mamadeira e trocar fraldas se transformam numa divertida aventura. Roteiro e Direção: João Lima; Atuação: Anderson Lima; Arte Gráfica: Helton Perez; Técnico de Som: Luiz Cláudio Dias; Iluminação: Anderson Lima; Operador de Luz: Ewerton Goulart; Fotografia: Anana Chaves.

13h/17h – Continuidade da Oficina “Plataforma – Gestão e produção teatral” – Pedro Vilela (TREMA! Plataforma de Teatro – Recife/PE)

Local: Sala Rubens Correa – Centro Cultural José Octávio Guizzo – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

Com o objetivo de desenvolver processos de qualificação para a gestão no campo da cultura e das artes, bem como possibilitar a articulação entre as realidades político-institucionais mais amplas e o contexto local, a oficina “Gestão e Produção Teatral” oferece ao participante uma melhor interpretação e atuação nos processos de gestão cultural.

18h – João e o pé de feijão – Circo do Mato Grupo de Artes Cênicas (Campo Grande/MS)

Local: Concha Acústica Helena Meirelles – Classificação: Livre

Capitão Gancho, um ardiloso e tenebroso vilão, invade a Terra das Nuvens banindo João e a sua mãe para a Terra do Nunca. O malvado aprisiona e escraviza o pai do menino e hipnotiza sua mãe para não se lembrar de nada. Exilados na Terra do Nunca a mercê dos infortúnios do lugar, João decide vender sua vaca Mimosa e acaba trocando-a por sonhos e feijões mágicos, que fantasticamente o levam de volta à Terra das Nuvens onde enfrenta o “Capitão Gancho” em uma batalha heroica pela libertação de seus pais e a reconquista de sua casa na Terra das Nuvens. Texto e direção: Anderson Bosh; Argumento: Circo do Mato; Direção de arte e objetos de cena: Mauro Guimarães; Elenco: Douglas Caetano, Mauro Guimarães, Murillo Atalaia, Patrycia Andrade e Yasmin Fróes; Direção musical: Carlos Anunciato; Produção executiva, comunicação e fotografia: Laila Pulchério; Vozes infantis em off: Álvaro Atalaia, Eduardo Fróes, Isabela Fróes de Souza, Isadora Salles, Mavi, Pedro Navarrete e Yasmin Alves; Figurinos: Marcelo Silva e Anderson Bosh; Design gráfico: Diego Ouro Preto; Costuraria: Fátima Silva e Cida Silva.

20h – Carne de Mulher – Paula Cohen (São Paulo/SP)

Local: MARCO – Museu de Arte Contemporânea – Classificação: 14 anos

A peça escrita por Dario Fo e Franca Rame em 1977 traz a história de uma prostituta que está presa no manicômio judiciário por ter ateado fogo no escritório de um industrial. A personagem conta sua trajetória de vida, revelando uma sequência de abusos, onde o transbordar torna-se inevitável, fazendo com que encontre forças para reagir diante de seus opressores. Atuação e concepção: Paula Cohen; Texto: Dario Fo e Franca Ramme; Direção: Georgette Fadel; Iluminação e Cenário: Marisa Bentivegna; Trilha sonora e música composta: Cláudia Assef; Produção: Contorno Produções; Fotos: Lenise Pinheiro; Arte Gráfica: Patrícia Cividanes.

13h/17h – Continuidade da oficina “Gestão de Coletivos” – Pedro Vilela (TREMA! Plataforma de Teatro – Recife/PE)

Local: Sala Rubens Correa – Centro Cultural José Octávio Guizzo – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

1º de abril (Domingo)

13h/17h – Continuidade da – Continuidade da Oficina “PLATAFORMA – Oficina de gestão e produção teatral” – Pedro Vilela (TREMA! Plataforma de Teatro – Recife/PE)

Local: Sala Rubens Correa – Centro Cultural José Octávio Guizzo – 20 vagas – Inscrições: bit.ly/oficina.bc18

Com o objetivo de desenvolver processos de qualificação para a gestão no campo da cultura e das artes, bem como possibilitar a articulação entre as realidades político-institucionais mais amplas e o contexto local, a oficina “Gestão e Produção Teatral” oferece ao participante uma melhor interpretação e atuação nos processos de gestão cultural.

18h – Lua Gigante – Circo da Lua (Rio de Janeiro/RJ)

Local: Concha Acústica Helena Meirelles (Parque das Nações Indígenas) – Classificação: Livre

Lua Gigante é um espetáculo infantil para ser assistido por toda família. Sua essência traz à cena uma atmosfera lúdica para ser contemplada por todas as faixas etárias. É um convite para deixarmos entrar a nossa criança interior colorindo cada vez mais o universo. Direção e dramaturgia: João Ferreira; Elenco: Adelly Constantini, Bruna Lima, Celso José e Glaucy Fragoso; Produção: Luana Lessa; Iluminação: Ananda Felippe; Operação de luz: Tainã Miranda; Trilha Sonora: Isadora Medella.

Acervo / Circo da Lua

20h – Procura ser artista – Comédia de variedades – Coletivos artísticos de Mato Grosso do Sul

Local: Centro Cultural José Octávio Guizzo – Classificação: 14 anos

Tradicionalmente o Boca de Cena – Mostra Sul-Mato-grossense de Teatro e Circo se encerra com um belíssimo espetáculo de variedades. Congregando artistas vários locais, o público terá a oportunidade de ver um espetáculo mesclado de técnicas circenses e virtuosismos. Sob direção do experiente diretor Breno Moroni, o espetáculo desse ano pretende dar show e fechar com chave de ouro uma maratona de 20 apresentações que celebram a Semana do Teatro e Circo de Mato Grosso do Sul.

Classificação: Livre

Serviço: Todas as apresentações são gratuitas. Mais informações com Márcio Veiga, coordenador do Núcleo de Teatro da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul pelos telefones (67) 3318-9170 ou (67) 9 9272-9770.

Sobre o Autor

Mãe apaixonada da Júlia e da Isadora, Jornalista, apaixonada pela profissão, por livros, fotografia e por seus blogs. Descobriu um mundo totalmente novo depois da maternidade, se apaixonou por ele e veio os blogs, novos trabalhos, novas paixões e uma nova e emocionante forma de ver e viver a vida.

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